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 FOTO GRUPO 1 - CVM

 

 

CONTOS EM VIAGEM - MACAU

 

OBJECTIVOS DO PROJECTO CONTOS EM VIAGEM

O Projecto CONTOS EM VIAGEM tem como desafio fazer uma viagem literária pelos vários países que escreveram e escrevem poesia, prosa, romance e contos na língua Portuguesa.

É objectivo do projecto CONTOS EM VIAGEM a criação de uma dramaturgia baseada em textos não teatrais e através desse trabalho edificar espectáculos contados a uma só voz (um actor) e com espaço sonoro e música original interpretados ao vivo (um músico). Este espectáculo sobre Macau, especificamente, terá ainda uma bailarina em cena.

Pretende-se desenvolver um trabalho no âmbito da literatura lusófona, partindo de conteúdos que se prendem com a nossa História e trabalhar na insistência de que a memória e a construção da identidade são um processo permanente, que não pode perder a riqueza e o privilégio de tantos anos de história partilhada.

Para quem tem acompanhado o percurso do Teatro Meridional reconhece como uma das suas linhas de trabalho, o enfâse no trabalho dado à língua portuguesa e, através dela, as estórias da nossa história. 

 

SOBRE O ESPECTÁCULO CONTOS EM VIAGEM - MACAU

Prosseguindo o trabalho de pesquisa da língua portuguesa e da sua escrita poética, ficcional e de prosa, propomo-nos dar continuidade ao Projecto CONTOS EM VIAGEM visitando, neste espectáculo, a literariedade escrita no Oriente por portugueses e macaenses num tempo histórico de grande proximidade espacial e política.

Numa viagem com paragens num mapa de lugares da literatura portuguesa, procuramos aproximarmo-nos de uma cultura que deixou memórias escritas e que tem paisagens visuais, sonoras e comportamentais marcadamente diferenciadas, das quais nos iremos aproximar para as comunicar neste espaço de encontro entre palco e plateias.

Após 3 espectáculos inscritos neste ciclo, CONTOS EM VIAGEM - BRASIL (2006), CONTOS EM VIAGEM - CABO VERDE (2007) e CONTOS EM VIAGEM - BRASIL, NOVAS ROTAS (2009), entendemos dirigir-nos a Oriente, pelo desconhecimento que a nossa passagem cultural por MACAU teve, e continua a ter, em termos da produção literária que durante largos anos aí foi escrita e desenvolvida. 

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Textos Alberto Eduardo de Oliveira, Altino do Tojal, António Augusto Menano; António Manuel Couto Viana; Benjamim Videira Pires; Bocage; Camilo Pessanha; Carlos Frota; Deolinda da Conceição; Fernanda Dias; Fernando Sales Lopes; Henrique de Senna Fernandes; Jorge Arrimar; José Augusto Seabra; José dos Santos Ferreira; José Jorge Letria; Maria Anna Acciaioli Tamagnini; Maria Ondina Braga; Miguel Senna Fernandes; Rai Mutsu; Wenceslau de Moraes; Yi Lin

Encenação Natália Luiza | Selecção e Dramaturgia Natália Luiza | Interpretação Margarida Belo Costa, Romeu Costa e Rui Rebelo | Espaço Cénico e Figurinos Marta Carreiras | Música Original e Espaço Sonoro Rui Rebelo | Desenho de Luz Miguel Seabra | Assistência de Encenação Vítor Alves da Silva | Assistência de Cenografia e Direcção de Cena Marco Fonseca | Montagem Marco Fonseca e  Filipa Romeu | Operação Técnica Filipa Romeu Produção Executiva Rita Conduto | Assistência de Produção Susana Monteiro | Assessoria Jurídica Diogo Salema | Assessoria de Gestão Mónica Almeida | Produção Teatro Meridional 2016 | Direcção Artística do Teatro Meridional Miguel Seabra e Natália Luiza

 

DURAÇÃO 75 min

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA M/12

 

ESTREIA

12 de OUTUBRO 2016 - Teatro Meridional, Lisboa

Quarta às 21:30

 

TEMPORADA

12 de OUTUBRO a 6 de NOVEMBRO - Teatro Meridional, Lisboa

Quarta a Sábado às 21:30 || Domingo às 17:00

 

 

Teatro Meridional é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes e apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa.

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BannerSite2 2017 A Lição

 

A LIÇÃO

SINOPSE

Um professor, especializado em todas as áreas do conhecimento,  recebe na sua própria casa alunas que pretendem apresentar-se às provas de doutoramento.

Uma nova aluna vem apresentar-se para fazer a sua formação específica e todo o diálogo ocorre num universo pleno de absurdo, de uma perversidade subliminar que se vai tornando cada vez mais evidente,  tudo evoluindo através da manipulação da linguagem. E  subjacente à linguagem,  emerge todo o universo das relações humanas,  desde o questionamento sobre o conhecimento, ao sexo e dominação ideológica.

A LIÇÃO é um texto que começa por aparentar ser uma sátira sobre os processos do ensino e a aquisição das aprendizagens. No entanto, à medida que a acção se vai desenrolando, o tom de farsa vai adensando em tragédia, contendo também a própria tragédia, uma dimensão, só na aparência, paródica.

SOBRE O ESPECTÁCULO

Como Joseph Goebble, ministro da Propaganda de Adolf Hitler, dizia “uma mentira repetida mil vezes, torna-se verdade”.

Neste momento do mundo em que os processos de comunicação aparentemente tornam mais próximas as relações humanas, deparamo-nos com o efeito precisamente contrário em que o fechamento do individuo sobre si próprio é uma evidência inequívoca. E, como consequência desse afastamento do outro, a acção política manipulatória ressurge em todo o seu esplendor, através de processos onde o medo e a ignorância – que estão sempre directamente ligados – são socialmente usados sem nenhum tipo de pudor.

Também o Professor desta peça, manipulador e manipulado, repete exaustivamente pequenas e infundadas “teorias”, convocando processos de assimilação, de aprendizagem pela repetição, ausentes de qualquer tipo de regra ou lógica, destruturando o pensamento da aluna e ele próprio ausente de qualquer tipo de estrutura. A aluna já formatada pelo mundo de “onde vem”, dispensa também ela o processo de raciocínio, sendo capaz de chegar a resultados matemáticos intangíveis pelo uso exclusivo da memorização.

Escrito no período do pós-guerra, numa Europa ferida e destruída pelo nazismo em que a verdade e a mentira continuavam nebulosas, este texto remete-nos para o poder da linguagem como arma poderosa capaz de galvanizar e promover respostas colectivas e acéfalas das multidões.

Hoje, os discursos na forma de múltiplas linguagens que vêm da Europa são outros, mas a verdade e a mentira continua a ser projectada sobre os cidadãos, cabendo-nos pouco mais que a assimilação e o cumprimento das regras, enquanto também nós, tal como a aluna do texto de Ionesco, vamos soçobrando sob lógicas que nos ultrapassam e processos que desconhecemos. O absurdo, parece continuar, dolorosamente actual.

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Texto Eugène Ionesco | Tradução Ernesto Sampaio | Versão Final Miguel Seabra e Natália Luiza | Encenação Miguel Seabra | Interpretação Elsa Galvão, Miguel Seabra e Sara Barros Leitão | Espaço Cénico e Figurinos Marta Carreiras | Música Original e Espaço Sonoro Rui Rebelo | Desenho de Luz Nuno Meira | Fotografia João Tuna | Assistência de Encenação Vítor Alves da Silva | Assistência de Cenografia e Direcção de Cena Marco Fonseca | Montagem Marco Fonseca e Paulo Gomes | Operação Técnica Paulo Gomes | Produção Executiva Rita Conduto | Assistência de Produção Susana Monteiro | Assessoria Jurídica Diogo Salema | Assessoria de Gestão Mónica Almeida | Produção Teatro Meridional 2016 | Direcção Artística do Teatro Meridional Miguel Seabra e Natália Luiza

Agradecimentos Maria João da Rocha Afonso, Maria João Brilhante, Luísa Castro (Karnart), Gelu Savonea, Marinela Banioti, Rui de Luna

DURAÇÃO 1h10min

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA M/16

ESTREIA

8 de Julho 2016 - 33º Festival Internacional de Teatro de Almada (Escola D. António da Costa - Palco Grande)

 

TEMPORADAS NO TEATRO MERIDIONAL

De 13 a 31 de Julho 2016

De 22 de Fevereiro a 12 de Março 2017

 

 

Teatro Meridional é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal / Direcção-Geral das Artes e apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa.

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A COLECTIVIDADE

 

SINOPSE

A Colectividade comemora 75 anos de vida, havendo por isso, os discursos da praxe e um grande espectáculo organizado pelos sócios mais activos, que são uma mostra das actividades que se desenvolvem no interior da colectividade. Há, no entanto, uma vida de quotidiano e de relações que emerge durante a apresentação do espectáculo pois nesta colectividade, podemos observar e conviver com toda a tipologia humana.
Este é um espectáculo homenagem ao Colectivo e à Cidadania Associativa. 

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Texto António Lopes Ribeiro, Camilo Castelo Branco, Fernando Fragoso, Francisco Ribeiro, João BastosJosé Cottinelli Telmo, Natália Luiza e Vasco Santana 
Quadras de Abertura João Veloso e Francisco Vistas

Dramaturgia e Encenação Natália Luíza

Assistente de Encenação Teresa Coutinho

Elenco e Personagens:

Actores Seniores - Catarina Guerreiro (Mémé – Amélia Rodrigues), Rui M Silva (António Ricardo Salmoura), Susana Madeira (Conceição Soutem Salmoura), Victor Alves da Silva (Jorge Conceição da Silva)

Actores Juniores - Ana Bento (Emília Amaral Branca Aurora/Mimi), Carolina Campanela (Mafalda Carvalhais Rodrigues Jorge), Carolina Serrão (Cândida Sobral Barros e Barros/Candi), Catarina Félix (Laura Vaga Lourenço),Catarina Moreira Pires (Celeste Serrão Carreiras do Pico), Cláudia Alfaiate (Luisinha Algeroz Cacete Faria), Cláudia Pinto (Rosa Antunes Paciência), Dinis Costa (músico), Diogo Xavier (Francisco Almeida Serôdio/Xico), Filipa Feliciano (Maria da Graça Loureiro/Gracinha), Francisco Vistas (Vasco Machado Vieira Pereira), Jaime Almeida (Alfredo Jorge Paciência/Freddy), João Maria (Júlio Soutem Salmoura), João Veloso (Ernesto Basto Dias Pinto), Lourenço Seruya (Daniel Costa e Castelo), Mafalda Rodrigues (Antónia Salvados Matos Silva/Tatão), Rita Sereno (Teresinha Algeroz Cacete).

Espaço Cénico e Figurinos Marta Carreiras | Selecção Musical Coordenação de Banda e Coro Rui Rebelo | Desenho de luz Miguel Seabra | Coreografia de Rancho e Dança Criativa Susana Madeira

Fotografia de cartaz Pedro Damas Mora | Fotografia de cena Nuno Figueira | Assistência de Cenografia Marco Fonseca | Montagem Marco Fonseca e Rafael Freire | Apoio à Montagem Patrícia Lopes | Operação Técnica Rafael Freire | Costureira Rosa Riveiro | Apoio a Penteados Raquel Peres | Apoio à Produção Joana Cordeiro e Susana Monteiro | Assistente de Produção (Estagiária) Alexandra Baião | Produção Executiva Natália Alves | Assessoria Jurídica Diogo Salema | Assessoria de Gestão Mónica Almeida

Direcção Artística do Teatro Meridional Miguel Seabra e Natália Luiza

Classificação etária M/6

Duração 1h45

 

Teatro Meridional é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Secretário de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes e apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa

PORTUGAL DOS POETAS

 

SOBRE O RECITAL

Portugal falado e contado nas palavras dos seus poetas em palavras de escárnio e bem-dizer e de apreço e maldizer.

Ser voz de uma grande multiplicidade de poemas e prosa de muitos autores em diferentes tempos da história e encontrar no tempo presente, padrões que se repetem, realidades que se assemelham, numa matriz que identificamos como nossa.

E hoje e amanhã e o compromisso com os valores e a cidadania activa. E portar utopia, desencanto, ironia, cansaço, inquietação, num ritual conjunto de partilha com a plateia. E trazer também poemas cantados por cantores, para os ouvir e lembrar e os recitais poderem integrar a mudança todos os dias e inaugurar em cada recital o reinício do tempo futuro.

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Texto Al Berto, Alexandre O´Neill, Ana Haterly, Ana Paula Inácio, Antero de Quental, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Filipa Leal, Golgona Anghel, Gonçalo M. Tavares, Guerra Junqueiro, Jorge de Sena, Jorge de Sousa Braga, Jorge Roque, Luiz Vaz de Camões, Maria do Rosário Pedreira, Mário Henrique Leiria, Marta Chaves, Natália Correia, Ruy Belo, Sophia de Mello Bryner Andresen, Vasco Gato, Virgílio Ferreira | Pesquisa, Dramaturgia e Interpretação Natália Luiza | Desenho de Luz Miguel Seabra | Espaço Cénico e Figurios Marta Carreiras | Fotografia Nuno Figueira | Design Gráfico e Registo JWT | Montagem Marco Fonseca e Rafael Freire | Operação Técnica Rafael Freire | Assistente de Produção (estagiária) Alexandra Baião | Produção Executiva Natália Alves | Assessoria de Gestão Mónica Almeida | Direcção Artística do Teatro Meridional Miguel Seabra e Natália Luiza | Produção Teatro Meridional

Duração | apróx. 50 min

Classificação | M/6

Espetáculo estreado a 05 de Março de 2015 no Teatro Meridional

Temporada no Teatro Meridional – 05 a 21 de Março de 2015

Itinerância 2016 –  Nacional

18 de Março, Bragança, TMB / Ciclo "O palco aos poetas"

24 de Março, Vila Real, Teatro de Vila Real

 

Teatro Meridional é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura /Direcção-Geral das Artes e apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa

 

MAR ME QUER (revisitado)
 

 

SINOPSE

Mulata Luarmina e Zeca Perpétuo partilham território de vizinhança, chão de terra tão mais velho que eles, olhando o mar que é sempre quem mais viaja. 

Luarmina entardece todos os dias na companhia de Zeca, pedindo-lhe as histórias que vão povoando a paisagem. Zeca perpétuo sonha sempre o mesmo: se embrulhar com ela, arrastá-la numa grande onda que os faça inexistir.

Luarmina foi aprendendo mil defesas para as insistências namoradeiras de Zeca, mas um dia resolve negociar falas e outras proximidades, não em troca de aventuras sonhiscadas de Zeca, mas de suas exactas memórias. E como diz o avô Celestiano “o coração é uma praia”, em que o mar porque nos quer, acaricia memórias e apaziagua ausências.

Avô Celestiano é a sabedoria do tempo. Mas também é o fabricador de sonhos. Por via dos sonhos, ele visita os vivos e conduz, na sombra dos aléns, os destinos e os amores de Zeca e Luarmina.

 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

 

Texto Mia Couto | Adaptação Mia Couto e Natália Luíza | Encenação Natália Luíza | Interpretação  Alberto Magassela, Cucha Carvalheiro e Daniel Martinho | Espaço Cénico e Figurinos Marta Carreiras | Música Original e Espaço Sonoro Rodrigo Leão | Desenho de Luz Miguel Seabra | Fotografia Nuno Figueira | Assistência de Encenação Romeu Costa e Vítor Alves da Silva| | Confeção de Figurinos Vítor Alves da SilvaAssistência de Cenografia Marco Fonseca | Montagem Marco Fonseca e Rafael Freire | Operação Técnica Rafael Freire | Assistente de Produção (Estagiária)  Alexandra Baião | Produção Executiva Natália Alves | Assessoria Jurídica Diogo Salema | Assessoria de Gestão Mónica Almeida | Direção Artística do Teatro Meridional Miguel Seabra e Natália Luiza

 

 

Classificação etária M/12

Duração 85 min

Espetáculo estreado em 25 de Maio de 2001 no Teatro Taborda/Lisboa

Reposição 2015 - 01 de Julho a 02 de Agosto

 

Itinerância 2015 – Nacional

03 de Dezembro, Coimbra, Teatro da Cerca de S. Bernardo

 

 

Teatro Meridional é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Secretário de Estado da Cultura / Direcção-Geral das Artes e apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa

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