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Sangue na Guelra

Os muros da separação não chegam ao céu. Foi a partir desta inscrição numa igreja francesa que o texto do espectáculo nasceu. Então, construiu-se um muro imaginado, depois criou-se uma mulher e um homem que fossem nós, um lugar que fosse muitos, um tempo que fosse todos, uma guerra que fosse qualquer uma (com ou sem balas).

Há nós e eles e o nosso país deles.

Numa revelação de perspetivas opostas de uma ocupação/invasão de um território, o espetáculo envolve-nos num penumbra de sonho e pesadelo, arrastando-nos para um limbo de prazer e terror, onde amor e ódio convivem.

O espetáculo nasceu do texto. Só isso. Agora é palco, é uma mulher e um homem, é carne e osso, corpos que respiram. Já não há texto, há teatro. Rogério de Carvalho, o encenador, fez com que o texto fosse, afinal, escrito pelos atores. Os autores do texto de palco são eles, Graeme Pulleyn e Rafaela Santos. E Rogério de Carvalho.

Vídeo teaser do espectáculo http://vimeo.com/80629499

Info companhia www.amarelosilvestre.com


 

FICHA TÉCNICA

Criação Amarelo Silvestre Encenação: Rogério de Carvalho Texto Fernando Giestas Interpretação: Graeme Pulleyn e Rafaela Santos Luz: Jorge Ribeiro Produção: Amarelo Silvestre Fotografia Luís Belo Técnica e operação de luz: Cristovão Cunha

Co-produção: Amarelo Silvestre eTeatro Viriato Público-alvo: + 12 Duração: 50 min. Idioma: Português 

Apoio As Casas do Visconde Agradecimentos Jean Pierre Sarrazac, Alexandra Moreira da Silva, Teatro Nacional São João, As Boas Raparigas…, Fernando e Palmira Giestas, Maria Luísa Santos

Estreia em Outubro de 2013.

 

COMPANHIA

Amarelo Silvestre, em 2013, foi co-financiada por Governo de Portugal - Secretário de Estado da Cultura – DGArtes

Histórico Amarelo Silvestre

Constituída em 2009, a Amarelo Silvestre – Associação Cultural concretiza as suas actividades a partir de Canas de Senhorim.

A direcção artística é assegurada por Fernando Giestas e Rafaela Santos.

 

 

Próximo espectáculo:

- “o que é que o teu pai não te contou da guerra?”, co-produção Teatro Nacional São João, encenação de Rogério de Carvalho, criação Amarelo Silvestre – estreia em Março de 2015, no Teatro Carlos Alberto, Porto; em curso, residências artísticas ao longo de 2014, na Zé dos Bois, Teatro Viriato, As Casas do Visconde e no Teatro Virgínia, co-financiadas pela Direcção-Geral das Artes.

 

Espectáculos realizados:

 - “Sangue na Guelra”, encenação de Rogério de Carvalho, co-produção Teatro Viriato, Outubro de 2013 – texto do espectáculo, intitulado Sangue na Guerra/Guelra/Guerra, publicado na colectânea Ofi­cina de Escrita Odisseia: textos escolhidos, coordenação de Jean-Pierre Sarrazac e Alexandra Moreira da Silva, edição do Teatro Nacional São João, em Dezembro de 2011;

- “Mar Alto Atrás da Porta”, co-financiamento Direcção Geral das Artes e Fundação Calouste Gulbenkian, Março de 2013, São Paulo, Brasil, sala do Folias;

- “Raiz de Memória”, com utentes do lar de idosos e do centro de dia da Associação de Solidariedade Social da Freguesia de Abraveses, co-produção Teatro Viriato, Julho de 2012, Teatro Viriato;

- "João Torto”, co-produção Teatro Nacional D. Maria II e Fundação Lapa do Lobo, Março de 2012, TNDM II, Lisboa - texto do espectáculo publicado pela editora Bicho do Mato, em parceria com o TNDMII (2012) - previamente à estreia do espectáculo decorreu residência artística, em 2011, no Teatro Viriato, co-financiada pela Direcção-Geral das Artes;

- “Sonhos Rotos”, Julho de 2011, Almagro, Espanha, iniciativa Almagro Off - Festival Internacional de Teatro Clássico de Almagro. O júri de Almagro Off distinguiu “Sonhos Rotos” com uma Menção Especial, pelo “atrevimento experimental na abordagem aos clássicos, pela originalidade da apresentação e da própria história e pela fabulosa qualidade dos intérpretes e da encenação”;

- “Mulher Mim”, co-produção Teatro Viriato e Centro Cultural Vila Flor, Março de 2010, Teatro Viriato; co-financiamento Direcção-Geral das Artes.

 

Outras iniciativas:

- Residências de Escrita para Teatro, em Canas de Senhorim, ao longo de 2013, com os dramaturgos Fernando Giestas, Jorge Palinhos e Sandra Pinheiro, e com a argumentista Jeanne Waltz. 

- A_gosto da Cidade, em Viseu, desde 2009.

- Performance Comunitária comunitária “Migrar”, ante-estreia Novembro 2012, Ovar, programação da associação cultural La Fin Terrible.

 

 

 

 

 

  

 

 

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