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TM Formação 2019

 

CURSO DE HISTÓRIA DO TEATRO
Formadora: Maria João da Rocha Afonso

DATAS:
• 18, 25 Fev
• 11, 18, 25, Mar
• 1, 8 de Abr
2ªs | 20:00 às 23:00

TOTAL
21 horas

PÚBLICO-ALVO
Estudantes, Profissionais de Espectáculo e Público em Geral

CONTEÚDOS:
1. Era uma vez um bosque
O nascimento e desenvolvimento do teatro na Antiguidade Clássica

2. Vira-se o feitiço contra o feiticeiro
O papel da Igreja no teatro medieval

3. Agora é a nossa vez de contar histórias
O nascimento do teatro comercial
O teatro isabelino e William Shakespeare

4. E se juntássemos todas as artes?
A arquitectura teatral italiana e o nascimento da ópera

5. O rei manda, o teatro obedece?
O teatro francês do séc. XVII: Molière, Corneille e Racine

6. Vamos falar verdade?
O teatro naturalista do séc. XIX – o advento do encenador e os autores do Norte da Europa: Ibsen, Strindberg, Tchekhov

7. Cada cabeça, sua sentença
Um breve panorama dos múltiplos caminhos das artes performativas no séc. XX – bailado, teatro político, correntes experimentalistas, performance, entre outras.


INVESTIMENTO
100€

CANDIDATURAS
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MARIA JOÃO DA ROCHA AFONSO
Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas (Inglês/Português) e com Mestrado em Cultura Inglesa.

Foi docente do Departamento de Estudos Anglo-Portugueses da FCSH – UNL onde ensinou, entre outras, cadeiras de Tradução Literária, Cultura e Literatura Inglesa e História do Teatro.
Juntamente com João Barrento e Fernando Cabral Martins criou a pós-graduação em Tradução da FCSH-UNL.

Frequentou em Stratford, com bolsas da Fundação Gulbenkian, várias formações sobre o teatro de Shakespeare numa colaboração entre o Shakespeare Institute e a Royal Shakespeare Company.
Em 1986, ganhou a Sir Henry Thomas Scholarship, de Universidade de Birmingham para aí fazer investigação e leccionar durante um mês.

Em 1990, fez parte do grupo fundador da Sh:in:E - Shakespeare in Europe, com sede na Universidade de Basileia, Suíça.

Em 2001 foi a bolseira portuguesa da English Speaking Union, tendo frequentado o curso «Shakespeare and the Arts», em Oxford (New College).

Deu aulas de História do Teatro na escola de teatro da Comuna - Teatro de pesquisa, na EPTC, na BeOnStage, Escola d’Artes do Espectáculo, etic e Formação Teatral além de fazer com certa regularidade sessões de trabalho sobre espectáculos variados, com companhias e em escolas.

Como freelancer trabalhou com várias companhias e encenadores entre 1987 e 2012 quando integrou a PALCO13, onde se mantém, sendo responsável pelas traduções de grande parte das peças montadas pela companhia bem como pelo trabalho de dramaturgia associado aos vários espectáculos.

É investigadora do CETAPS (UNL) e tem desenvolvido e publicado trabalho em áreas como os Estudos Anglo-Portugueses, a Tradução para Teatro e História do Teatro.

É tradutora freelancer para a edição e voluntária dos Museus de Cascais para os quais já desenvolveu vários projectos ligados à história e ao património da vila. De momento trabalha na inventariação e classificação do espólio do actor Luís Alberto Quilhó Jacobetty, encontrando-se a fazer a respectiva base de dados.

Coordena a colecção «Teatro Inesiano» da ORO, tendo já publicado dois dos cinco volumes previstos.

Colabora com a associação Welcome People&Arts em projectos ligados à cidadania e solidariedade social. Em 2017/18 coordenou o workshop «Vanessa vai à Luta» (igualdade de género) dentro do projecto APP – Arte Para Pensar. Em 2018/19 coordena as sessões das «Conversas No Museu», realizadas no Museu de Etnologia, na quarta quinta-feira de cada mês, debruçando-se sobre temas ligados ao Racismo e Exclusão Social.

 

 

TM Formação 2019

 

TRABALHO FÍSICO DE MANIPULAÇÃO DE OBJECTOS
Formador: Luciano Amarelo

DATA
18 a 22 FEV | 2ª a 6ª Feira | 10:00 às 13:00

TOTAL
15 horas

PÚBLICO-ALVO
Estudantes e Profissionais de Espectáculo

CONTEÚDOS
O Trabalho irá desenvolver-se a partir de acções e gestos simples, em diálogo com objectos concretos do quotidiano, para os explorar a diferentes níveis de relação física entre o corpo do manipulador e o objecto-corpo, manipulado. Desenvolveremos um universo teatral focado no corpo do intérprete-criador que manipula e se deixa manipular pelo(s) seu(s) objectos. Serão desenvolvidas Acções físicas concretas no uso do Objecto para depois se procurar o absurdo, o imprevisto e o ridículo, afastando-nos, assim, pouco a pouco do real e do lógico.

Procurar-se-à (re)descobrir o objecto para depois se ir mais longe na exploração de novas formas de nos relacionarmos com eles, criando novas relações, novos gestos, novas teatralidades.Este trabalho não excluiu o som - ele aparece pelo simples facto de que o corpo respira, e podem usar-se palavras que surgem da verdade do Gesto.

O centro de trabalho é um Teatro Físico que vai usar o Objecto e a sua respectiva manipulação para sustentar a Personagem e as suas acções, numa dramaturgia cénica quase muda.


INVESTIMENTO
75€

CANDIDATURAS
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LUCIANO AMARELO
Guarda, 1977. Criador, Intérprete, Director e Formador Interdisciplinar.
Formação na École des Maîtres (Itália/Bélgica), na Escola Internacional de Teatro Jacques Lecoq (França), no Rose Bruford College (Inglaterra) e na Academia Contemporânea do Espectáculo (Portugal). Participou em diversos workshops nas áreas do Teatro, Movimento, Dança, Novo Circo (clown, corda, lençol e trapézio), Voz e Canto.

Dirige, Cria, Interpreta e/ou Orienta: criações, projectos e oficinas de formação para várias entidades que vão do Teatro Físico ao Circo, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Ao longo do seu percurso pessoal e artístico foi desenvolvendo cada vez mais projectos e acções que cruzam componentes artísticas, sociais e espirituais em união com a Terra.

É Sócio e Colaborador assíduo do Teatro do Calafrio (Guarda). Cria e Interpreta Nada é o que já foi - Contos e Lendas da Amazónia, espectáculo de Narração Oral e Formas Animadas. Integra o elenco de O Torcicologologista, Excelência, de Gonçalo M. Tavares; O Homem Que Não Tinha Inimigos e Outras Fábulas de Ambrose Bierce; OssO de Rui Zink; O Ingénuo de Voltaire; e também assina a dramaturgia e interpretação de Diário de Um Louco; entre outros.
Desde 2017 é formador no INAC - Instituto Nacional de Artes do Circo, Vila Nova de Famalicão, dirigindo o Laboratório de Pesquisa e Experimentação do 1º e 2º anos. Membro-fundador, programador, encenador, intérprete e director artístico da Terra na Boca – Associação Cultural entre 2009 e 2016; e do Teatro Bruto entre 1995 e 2008.

Criador/Intérprete em espectáculos de Teatro-Dança: Butterfly Blues (1999/2000 - vencedor dos prémios crítica e público nos Rencontres Charles Dulin, Paris) e Hoje à Tarde (prémio revelação no Festival de Erlagen, Alemanha).Participou na série de televisão Liberdade 21 (2009) e em várias curtas metragens. Fez dobragens para filmes e séries de animação e imagem real, destaque para a participação no filme de animação RIO (1 e 2) onde dobra a personagem principal (Blu).

 

 

TM Formação 2019

OFICINA DE MÁSCARA: O OBJECTO, O JOGO E O TEATRO
Formadora: Sofia Cabrita

DATA
4 a 8 FEV | 2ª a 6ª Feira | 19:30 às 22:30

TOTAL
15 horas

PÚBLICO-ALVO
Estudantes e Profissionais de Espectáculo

CONTEÚDOS
A máscara não esconde, mas revela e amplia aquele que a usa (ou aquilo que quem a usa quer que se veja), e é sempre impessoal porque evoca para além do corpo. A máscara desumaniza ao mesmo tempo que nos aproxima paradoxalmente da nossa verdadeira natureza tragicómica.

Do universal ao particular, iremos abordar a máscara no teatro a partir dos conceitos: técnica, forma, jogo e tradição. As máscaras que vamos explorar, assentam numa proposta pessoal artística, ritual e pedagógica, capaz de gerar novos modos de criação teatral, novas abordagens ao trabalho do actor e uma reflexão sobre o objecto máscara como mediador:

• A máscara neutra: a procura da universalidade, a análise do movimento, o corpo em jogo, o espaço, o silêncio.
• A máscara intermédia: o rosto coberto que revela, o início do corpo de máscara, a relação com o público, a plasticidade dos objectos, a desumanização.
• Máscara expressiva: técnica e forma, o corpo de máscara, improvisação.


INVESTIMENTO
75€

CANDIDATURAS
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SOFIA CABRITA
Lisboa, 1981. Actriz, encenadora, locutora e professora, desenvolve o seu trabalho artístico no âmbito da criação de espectáculos a partir de pessoas, histórias e lugares, usando as máscaras e os objectos como mediadores destes espectáculos-encontro.

Como formadora, foca-se nas práticas artísticas em contextos não artísticos, pesquisando, formando e criando metodologias de ensino-aprendizagem onde a arte é uma ferramenta para o desenvolvimento pessoal.

Pós-graduada em Comunicação e Artes pela FCSH, formada pelas escolas de Teatro do Gesto Estudis de Teatre (Barcelona) e Kíklos-Scuola Internazionale di Creazione Teatrale (Pádua) e licenciada em Formação de Atores-Encenadores pela E.S.T.C. (1999).

Co-criadora de um coletivo de pesquisa e criação nas áreas do gesto, objetos performativos e máscaras: Casear Criação. Leciona Teatro do Gesto e Máscaras desde 2003 no ensino artístico Superior (ESMAE, Universidade de Évora e ESTAL), e em escolas de ensino não formal.

Este ano lectivo, 2018/2019 é professora de Técnicas de Expressão Corporal na EPAOE – Chapitô. Enquanto arte-educadora, colabora com o Museu Gulbenkian desde 2012. Foi bolseira da DGARTES no Brasil, num projeto de teatro de máscaras e pesquisa em tempo real, com o Grupo de Teatro Público e o criador Rogério Lopes. Foi aluna de Donato Sartori, no Seminário Internazionale - L´Arte della Maschera nella Commedia dell´Arte, em Abano. Colabora como formadora de mediadores com a EGEAC e DMC. Foi a responsável artística do projeto de teatro e literacia, no Conselho Português para os Refugiados (CPR) – PARTIS I.

 

TM Formação 2019

 

OFICINA DE CLOWN

Formadora: Margarida Gonçalves

DATA
11 a 16 FEV | 2ª, 3ª, 5ª, 6ª Feira - 19:30 às 22:30 | Sábado - 11:00 às 14:00

TOTAL
15 horas

PÚBLICO-ALVO
Estudantes e Profissionais de Espectáculo

CONTEÚDOS
"O clown não representa: ele é o que faz (…) Não se trata de uma personagem, ou seja, de uma entidade externa a nós, mas a ampliação e dilatação dos aspectos ingénuos, puros, humanos do nosso próprio ser. "
Lecoq, J

Esta oficina de trabalho, propõe criar uma metodologia onde se usa a criatividade para criar um vocabulário físico, através da exploração de um ponto de vista muito particular sobre o mundo, subvertendo-o e fazendo-o adquirir uma visão poética, risível, ingénua, idiota, sem nunca ter medo do ridículo, sem nunca ter medo de falhar, porque é na falha que o clown se revela. Como fazer rir? E se não fizer rir, se falhar? Qual a dinâmica desse jogo?

Como consegue o actor enganar o próprio conhecimento, transgredindo-o? Estaremos nós atores tão conscientes do espaço físico, de quem nos rodeia, e capazes de trabalhar sobre o tema “Improvisa Já?” O que acontece quando colocamos a mais pequena máscara?

INVESTIMENTO
75€

CANDIDATURAS
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MARGARIDA GONÇALVES
Porto, 1975. Frequentou o curso Teatro/Interpretação na Academia Contemporânea do Espectáculo. Frequentou o curso de Clown na École Philipe Gaulier em Londres. Iniciou o seu percurso como actriz em 1997 com o Teatro Bruto. Colaborou em produções no Teatro Nacional S. João, Companhia de Teatro de Almada, Companhia do Chapitô, Escola de Mulheres, Companhia Paulo Ribeiro,Teatro Meridional, Circolando, Teatro do Bolhão, etc.

Trabalhou com Joana Providência, Alan Richardson, Peta Lilly, André Riot Sarcey, Marcos Barbosa, José Wallenstein, António Capelo, António Fonseca, Joaquim Benite, Rogério de Carvalho, John Mowat, Paulo Ribeiro, Ana Luena, Marta Lapa, Madalena Vitorino, Miguel Seabra, entre outros.Foi responsável pelo Movimento nos espetáculos “Uma Família Portuguesa” encenado por Cristina Carvalhal, uma produção do Teatro Aberto, e em “Deserto, Deserto” e “Guernica” ambos encenados por Carlos Avillez ambas produções do Teatro Experimental de Cascais.Lecciona Teatro Fisico/Clown na Academia Contemporânea do Espectáculo (Porto e Famalicão).

 

 

TM Formação 2019

 

OFICINA DE CONSTRUÇÃO DE CABELEIRAS
Formadora: Cláudia Ribeiro

DATA
4 a 8 FEV | 2ª a 6ª Feira | 15:00 às 18:00

TOTAL
15 horas

PÚBLICO-ALVO
Estudantes, Design de Cena, Profissionais de Espectáculo

CONTEÚDOS PRÁTICOS:
• Preparação da calote - molde tridimensional com papel e fita-cola; • Criação - experimentação de diversos materiais de forma a descobrir as potencialidades do seu uso;
• Armações e efeitos especiais;
• Revestimento com os materiais definidos;
• Provas e testes de movimento;
• Acabamentos e decorações;
• Remates interiores.


INVESTIMENTO
75€

CANDIDATURAS
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CLÁUDIA RIBEIRO
Mirandela, Trás-os-Montes, 1972.
Vem para o Porto em 1986 estudar na Escola de Artes, Soares dos Reis.
Termina o curso profissional de Cenografia e Figurinos, na Academia Contemporânea do Espetáculo e ganha uma bolsa da Fundação António de Almeida e segue para Londres, frequentando o curso superior de Figurinos e adereços em Wimbledon School of Art.

Regressa ao Porto e fica 12 anos como coordenadora do guarda-roupa do Teatro Nacional S. João. No Teatro S. João, com uma programação intensa e diversificada, com diversas personalidades nacionais e internacionais intervenientes nas produções ou acolhimentos, desenvolve o conhecimento em diversas técnicas de execução de figurinos, desde a modelação à confeção das mais diversas peças de guarda-roupa, com a procura constante de novos materiais e formas de construir peças de roupa, que em palco se tornam vivas e aprofundam personagens.

Como freelancer, desenvolve um trabalho como criativa e coordenadora técnica em diversas estruturas culturais, locais e nacionais, tendo trabalhado com as mais diversas personalidades da área do TEATRO, MÚSICA, ÓPERA, BALLET, TELEVISÃO E CINEMA, nomeadamente João Paulo Costa, Luís Blat, Isabel Alves Costa, João Grosso, Jorge Pinto, Hélder Costa, António Durães, Joaquim Nicolau, Rui Sérgio Barroca Mateus, Norma Silvestre, João Paulo Seara Cardoso, Isabel Barros, Paulo Castro, José Carlos Garcia, Rui Melo, Magna Ferreira, entre outros.

 

 

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