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A Sacalina TM

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A SACALINA

MANGA THEATRE

 

TM ACOLHIMENTO

6 - 17 março, 2019

Qua a Sáb - 21:30 | Dom - 16:00

 

SINOPSE

A SACALINA é um espetáculo de cariz biográfico sobre a deriva na vida de um homem, ladrilhos de um espaço de tempo na vida de Anton Tchekhov.

Um homem vive momentos de grande excitação. Voa mais alto que as torres das igrejas e, de repente, a sua vida dá uma volta completa. Curvado, gasto, preso, o homem é provocado… distendem-lhe a paciência já escassa. Uma fatalidade esperada devolve-o às amarras, à casa da anterior partida. O homem responsabiliza a culpa, culpa o autoflagelo mudo interior. Precisa de espaço, de paisagem, de vistas desafogadas para se compreender. A angústia é uma sereia polifónica do fracasso, da culpa, do egoísmo, da inutilidade, de ser ou fazer-se maior que a vida. O homem é o desassossego, o eco ténue de um dever de sangue abstrato. O homem é uma bala em ricochete entre duas cidades. Num ímpeto, atira tudo para dentro do malão de viagem. Não vai mais curvado, segue viagem, atravessa o deserto, paira sobre as águas. Navega até à ilha do desterro. Sacalina, estância penal russa. O homem renovado, e cheio de força vital, esgota-a de imediato percorrendo, pedindo, perguntando, contando, anotando e descrevendo tudo, e de tudo, todos na ilha. Enterra as palavras, e numa ação lavra a atitude de mudança em prol dos negligenciados. O homem é um asceta, o seu dogma e o seu mosteiro é SACALINA.

 

FICHA ARTÍSTICA

Elenco - Ana Costa; Ana Enes; Ana Rosa Mendes; Carolina Faria; Cristina Figueiredo; Elsa Oliveira; Fátima Ferreira; Hugo Gama; Jesus Manuel; João Pires; Maria Côrte-Real; Rita Neves; Samuel Querido
Direção/Encenação - Tiago de Faria
Assistência de Encenação - Samuel Querido
Assistência Coreográfica - Ana Costa e Carolina Faria
Texto - Melânia Ramos, Pedro Mendonça e Tiago de Faria
Texto Tradução - Anabela Carvalho, Melânia Ramos e Tiago de Faria
Direção Musical - Eduardo Gama e Tiago de Faria
Banda Sonora Original - Eduardo Gama
Sonoplastia - Eduardo Gama
Consultor de Som - Pedro Magalhães
Cenário - Tiago de Faria
Cenário Apoio Técnico - Pompeu José
Cenário Construção - Oficinas Acert Tondela e Oficinas C. M. Tondela
Conceção e Construção de Marionetes - Teresa Negrão
Figurinos - Kristīne Daukšte
Ilustração Vídeo - Flávia Sousa
Desenho de Luz - Melânia Ramos e Paulo Neto
Produção - Melânia Ramos; Tiago de Faria
Apoio à Produção - Carmen Paz e João Pires
Apoios - Acert Tondela; Companhia Olga Roriz; Casa Do Moleiro - Turismo Rural

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/16

 

DURAÇÃO

120 minutos

 

http://mangatheatre.com

 

 

Elfos e anões CCC

 

ELFOS E ANÕES - CCC vai à Escola no TM

CCC - Corações com Coroa

 

 

TM PARCERIA

9, 16, 23 fev e 2 março, 2019.

Sáb - 16:00

 

SINOPSE

CCC vai à Escola é um projecto artístico-pedagógico, dirigido a alunos/as que frequentem o 9º ano de escolaridade e que tem como objectivo principal alertar os/as jovens para problemáticas como a violência no namoro, a gravidez adolescente, a contracepção, e o bullying, e suas consequências, como sejam percursos escolares interrompidos e exclusão social. Consiste numa peça de teatro, Elfos e Anões, apresentada por uma dupla de actores, seguida de exercícios pedagógicos dinamizados por uma moderadora da Associação Corações Com Coroa.

Serve simultaneamente de ferramenta de acção e prevenção, na desconstrução de estereótipos que perpetuam comportamentos não-saudáveis e são responsáveis por situações de violência; na identificação e reconhecimento das problemáticas e na capacidade de agir sobre elas e no desenvolvimento de diferentes competências, nomeadamente a nível do reconhecimento dos seus direitos.

 

FICHA ARTÍSTICA

texto JORGE PALINHOS
encenação e direção de atores NATÁLIA LUIZA
interpretação Ana Bento e Rodrigo Cachucho | Catarina Rabaça e Tadeu Faustino | Rita Lagarto e João Santos Silva 
moderadoras Aurora Martins | Luísa Lemos | Mónica Cardoso
um projeto da ASSOCIAÇÃO CORAÇÕES COM COROA em parceria com TEATRO MERIDIONAL

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/14

 

DURAÇÃO

40 minutos

 

CCC

A Associação Corações com Coroa é uma associação sem fins lucrativos e Organização Não Governamental para o Desenvolvimento (ONGD) nascida em 2012 a partir de vontades com disponibilidade e entrega, para promover uma cultura de solidariedade, igualdade de oportunidades e inclusão sócio- afectiva de pessoas em situações de vulnerabilidade, risco ou pobreza.

A CCC não é uma associação caritativa, no sentido de se transformar num banco de bens, mas antes, quer crescer como uma associação de apoio e de intervenção social, em respeito pelos direitos fundamentais de todas as pessoas.

www.coracoescomcoroa.org

 

 

 

Foto 1

 

 

TRISTEZAS E ALEGRIAS

de Athol Fugard

Produção TEATRO DOS ALOÉS

 

TM ACOLHIMENTO

12 a 16 de Dezembro  2018

quarta a sábado - 21h30 | domingo - 16h

 

SINOPSE

Duas mulheres encontram-se numa velha casa de uma pequena aldeia do Karoo depois do funeral de David, o homem que ambas amaram. Uma é a sua esposa. A outra é mãe da sua filha. David, que fora levado ao exílio por causa do seu activismo político contra o apartheid, reaparece nas memórias das mulheres como que registadas a ferro. Durante uma tarde de verdade e reconciliação, os pactos de amor são dolorosamente marcados. O novo confronta-se com o velho e o que é a esperança para estas pessoas é a esperança para uma nova África do Sul. Feita de monólogos, memórias e desabafos que saltam do presente para o passado e que por vezes são só reflexões, produzem um teatro de uma convenção menos comum entre nós e que nos tocou profundamente e constitui um desafio para a cena e uma dádiva útil e emocionada para a sala.

 

FICHA ARTÍSTICA

Texto: Athol Fugard; Tradução: Graça Margarido e Mick Greer; Encenação. José Peixoto; Interpretação: Ana Valentim; Elsa Valentim, Jorge Silva e Laurinda Chiungue; Cenografia: José Manuel Castanheira; Assistência Cenografia: Pedro Silva; Figurinos: Maria Luiz; Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos; Música: Miguel Tapadas; Fotografia: José Frade

Operação Técnica: Nuno Figueira; Design Gráfico: Rui Pereira; Produção Executiva: Daniela Sampaio; Produção: Teatro dos Aloés

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12

 

DURAÇÃO
120 minutos

 

MAIS INFO

http://www.teatrodosaloes.pt

www.facebook.com/teatro.dosaloes

 

 

Lindos Dias

 

LINDOS DIAS!

de Samuel Beckett

 

Co-Produção CAUSAS COMUNS e SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL

 

 

TM ACOLHIMENTO

24 de Janeiro a 3 de Fevereiro  2019

quarta a sábado - 21h30 | domingo - 16h

 

SINOPSE

Dizemos “lindos dias, estes que estamos a viver” e ouvimos a ironia, mesmo que a intenção seja celebrar o dia. O que pode fazer uma mulher enterrada até à cintura num montículo que a cobrirá até ao pescoço? Sim, fala com um marido vagamente presente. E mais?
O clown, e a dimensão tragicómica nele contida, terreno particularmente caro a esta equipa, é o ponto de vista escolhido para revisitar este clássico de Samuel Beckett.

 

FICHA ARTÍSTICA

Texto: Samuel Beckett; Tradução: João Paulo Esteves da Silva; Encenação. Sandra Faleiro; Interpretação: Cucha Carvalheiro e Luís MAdureira; Cenografia e Figurinos: Maria João Castelo; Desenho de Luz: Cristina Piedade; Desenho de Som: Sérgio DelgadoApoio Vocal: Luís Madureira; Coordenação de Produção: Bruno Reis; Assistente de produção: Diogo Costa; Apoio à cena: Helder Bugios; Coprodução: Causas Comuns e São Luiz Teatro Municipal, Apoio: Centro Cultural de Belém

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12

 

DURAÇÃO

90 minutos

 

 

MAIS INFO

www.causascomuns.net

 

banner TM a danca das raias voadoras

 

 

A DANÇA DAS RAIAS VOADORAS

de ANA LÁZARO

Produção COMPANHIA DE ACTORES

 

TM ACOLHIMENTO

28 de Novembro a 9 de Dezembro  2018

quarta a sábado - 21h30 | domingo - 16h

 

SINOPSE

Uma noite, as mulheres que restavam daquela terra feita de pó e vento, agarraram nas crianças, e enquanto as crianças dormiam meteram-nas dentro de um barco. As crianças sonhavam que voavam sobre si mesmas, quando o balanço do mar as levou pelo céu da noite adentro. Quando as crianças acordaram já não estavam em terra. Quando as crianças acordaram já estavam longe de tudo. À volta era só céu. À volta era só mar. Esta foi a noite em que o restava daquele lugar se salvou de ser esquecido no tempo. Esta foi a noite em que as mulheres puderam dormir finalmente, porque a vida delas foi levada pelo barco também.

“Um dia, tudo o que restava daquela terra junto ao mar ficou feito em pó. Quando o fogo caiu para queimar o que sobrava da cidade, as mulheres agarraram nas crianças, meteram-nas dentro de um barco e escreveram-lhes o caminho no corpo.”

Em A DANÇA DAS RAIAS VOADORAS navega-se para um lugar onde a realidade é desenhada com contornos mágicos, sempre procurando a ligação a este mundo de cá, propondo um pensamento crítico acerca deste novo paradigma que nos afeta diariamente: o da fuga; do desespero; da esperança; do futuro incerto refém de um presente sombrio.

 

SOBRE O ESPECTÁCULO

A ação inicia-se no barco, em que as crianças avançam, à deriva. Dentro do Barco, confinadas à condição que lhes foi impugnada, estão: a GÉMEA-MAIS-VELHA, A GÉMEA-MAIS-NOVA, A CRIANÇA-OLHOS e a CRIANÇA-SÓ.
Enquanto sobrevivem ao mar vão gerindo a expectativa da viagem, o desejo da chegada, os perigos da travessia, o medo, a fome, a solidão.
As vozes das crianças são os olhos que nos levam a conhecer os acontecimentos passados em terra, vão revelar os acontecimentos que se deram em terra e que as trouxeram até àquele momento em que se encontram no barco. Vão expor revelações que umas e outras ainda não sabiam, vão descobrir episódios que se ligam entre si.
Ficaremos a saber que a GÉMEA MAIS VELHA era quem apanhava os pensamentos das pessoas, e que nela estão guardados os pensamentos das pessoas da cidade. Descobrem-se as imagens que a CRIANÇA-OLHOS escuta entre a escuridão, e cresce a angústia gritante da CRIANÇA-SÓ. Só a GÉMEA MAIS NOVA não fala. A GÉMEA MAIS NOVA é uma criança-silêncio perdeu a voz entre os despojos da cidade. É ela quem dança e quem move o barco sem saber que são os seus movimentos que o empurram. É ela que acende os olhos para ver a Dança elétrica das Raias Voadoras.

 

SOBRE O PROJECTO

A DANÇA DAS RAIAS VOADORAS surge na sequência do Ciclo temático iniciado pela autora Ana Lázaro, com o Projeto: CARTAS DE DAMASCO - Espetáculo de Teatro e Música inspirado nas cartas e testemunhos reais de Leen Rihawi, uma jovem síria residente em Damasco. O Espetáculo, que teve a sua estreia em 2017 na Fábrica das Artes – Centro Cultural de Belém, com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, propunha um espaço cénico dedicado à reflexão acerca de questões prementes relacionadas com as crises humanitárias associadas aos fluxos de refugiados, fluxos migratórios, e conflitos sociais.
Criado a partir de um ponto de vista íntimo, que é o da partilha do quotidiano de duas mulheres reais que vivem em pontos distintos do globo, este primeiro Projeto gerou uma linha de criação que prevê o espaço cénico enquanto materialização não só de momentos documentais como de lugares ficcionados a partir dessa realidade.

A DANÇA DAS RAIAS VOADORAS leva mais longe o espaço a ficção, aquela que procura, no entanto, remeter para o pensamento crítico acerca de um novo paradigma que nos afeta. Remete-nos para uma linguagem de Realismo-Mágico, que ultrapassa as fronteiras do plausível, partindo a imagem de quatro crianças que avançam à deriva num Barco, rumo ao desconhecido…

O texto foi selecionado para o Laboratório de Dramaturgia de 2016, organizado pelo Teatro Meridional em colaboração com o Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, uma iniciativa que pretende incentivar a criação de textos inéditos em língua portuguesa, associando escritores a um painel de artistas e académicos, num trabalho conjunto que acompanha a escrita de um texto. Encontra-se editado pela COMPANHIA DAS ILHAS.

 

FICHA ARTÍSTICA

Texto e Encenação: Ana Lázaro
Interpretação: Cláudia Semedo, Ester Gonçalves, Rita Lagarto e Tiago Fernandes.
Música e Sonoplastia: Marcelo Costa
Figurinos: Paulo Subtil
Costureira: Augusta Coelho
Ilustração e Design: Sílvia Franco Santos
Desenho de Luz: Ana Lázaro e Sérgio Gaspar
Coordenação Técnica: Sérgio Gaspar
Produção: Companhia de Actores
Apoio: Antena 1, GUEL, Teatro Meridional

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12

 

DURAÇÃO
1h10 minutos

 

MAIS INFO

http://companhiadeactores.pt/

www.facebook.com/likecompanhiadeactores/

 

 

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