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Lindos Dias

 

LINDOS DIAS!

de Samuel Beckett

 

Co-Produção CAUSAS COMUNS e SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL

 

 

TM ACOLHIMENTO

23 de Janeiro a 3 de Fevereiro  2019

quarta a sábado - 21h30 | domingo - 16h

 

SINOPSE

Dizemos “lindos dias, estes que estamos a viver” e ouvimos a ironia, mesmo que a intenção seja celebrar o dia. O que pode fazer uma mulher enterrada até à cintura num montículo que a cobrirá até ao pescoço? Sim, fala com um marido vagamente presente. E mais?
O clown, e a dimensão tragicómica nele contida, terreno particularmente caro a esta equipa, é o ponto de vista escolhido para revisitar este clássico de Samuel Beckett.

 

FICHA ARTÍSTICA

Texto: Samuel Beckett; Tradução: João Paulo Esteves da Silva; Encenação. Sandra Faleiro; Interpretação: Cucha Carvalheiro e Luís MAdureira; Cenografia e Figurinos: Maria João Castelo; Desenho de Luz: Cristina Piedade; Desenho de Som: Sérgio DelgadoApoio Vocal: Luís Madureira; Coordenação de Produção: Bruno Reis; Assistente de produção: Diogo Costa; Apoio à cena: Helder Bugios; Coprodução: Causas Comuns e São Luiz Teatro Municipal, Apoio: Centro Cultural de Belém

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12

 

DURAÇÃO

90 minutos

 

 

MAIS INFO

www.causascomuns.net

 

Lindos Dias

 

LINDOS DIAS!

de Samuel Beckett

 

Co-Produção CAUSAS COMUNS e SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL

 

 

TM ACOLHIMENTO

23 de Janeiro a 3 de Fevereiro  2019

quarta a sábado - 21h30 | domingo - 16h

 

SINOPSE

Dizemos “lindos dias, estes que estamos a viver” e ouvimos a ironia, mesmo que a intenção seja celebrar o dia. O que pode fazer uma mulher enterrada até à cintura num montículo que a cobrirá até ao pescoço? Sim, fala com um marido vagamente presente. E mais?
O clown, e a dimensão tragicómica nele contida, terreno particularmente caro a esta equipa, é o ponto de vista escolhido para revisitar este clássico de Samuel Beckett.

 

FICHA ARTÍSTICA

Texto: Samuel Beckett; Tradução: João Paulo Esteves da Silva; Encenação. Sandra Faleiro; Interpretação: Cucha Carvalheiro e Luís MAdureira; Cenografia e Figurinos: Maria João Castelo; Desenho de Luz: Cristina Piedade; Desenho de Som: Sérgio DelgadoApoio Vocal: Luís Madureira; Coordenação de Produção: Bruno Reis; Assistente de produção: Diogo Costa; Apoio à cena: Helder Bugios; Coprodução: Causas Comuns e São Luiz Teatro Municipal, Apoio: Centro Cultural de Belém

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12

 

DURAÇÃO

90 minutos

 

 

MAIS INFO

www.causascomuns.net

 

banner TM a danca das raias voadoras

 

 

A DANÇA DAS RAIAS VOADORAS

de ANA LÁZARO

Produção COMPANHIA DE ACTORES

 

TM ACOLHIMENTO

28 de Novembro a 9 de Dezembro  2018

quarta a sábado - 21h30 | domingo - 16h

 

SINOPSE

Uma noite, as mulheres que restavam daquela terra feita de pó e vento, agarraram nas crianças, e enquanto as crianças dormiam meteram-nas dentro de um barco. As crianças sonhavam que voavam sobre si mesmas, quando o balanço do mar as levou pelo céu da noite adentro. Quando as crianças acordaram já não estavam em terra. Quando as crianças acordaram já estavam longe de tudo. À volta era só céu. À volta era só mar. Esta foi a noite em que o restava daquele lugar se salvou de ser esquecido no tempo. Esta foi a noite em que as mulheres puderam dormir finalmente, porque a vida delas foi levada pelo barco também.

“Um dia, tudo o que restava daquela terra junto ao mar ficou feito em pó. Quando o fogo caiu para queimar o que sobrava da cidade, as mulheres agarraram nas crianças, meteram-nas dentro de um barco e escreveram-lhes o caminho no corpo.”

Em A DANÇA DAS RAIAS VOADORAS navega-se para um lugar onde a realidade é desenhada com contornos mágicos, sempre procurando a ligação a este mundo de cá, propondo um pensamento crítico acerca deste novo paradigma que nos afeta diariamente: o da fuga; do desespero; da esperança; do futuro incerto refém de um presente sombrio.

 

SOBRE O ESPECTÁCULO

A ação inicia-se no barco, em que as crianças avançam, à deriva. Dentro do Barco, confinadas à condição que lhes foi impugnada, estão: a GÉMEA-MAIS-VELHA, A GÉMEA-MAIS-NOVA, A CRIANÇA-OLHOS e a CRIANÇA-SÓ.
Enquanto sobrevivem ao mar vão gerindo a expectativa da viagem, o desejo da chegada, os perigos da travessia, o medo, a fome, a solidão.
As vozes das crianças são os olhos que nos levam a conhecer os acontecimentos passados em terra, vão revelar os acontecimentos que se deram em terra e que as trouxeram até àquele momento em que se encontram no barco. Vão expor revelações que umas e outras ainda não sabiam, vão descobrir episódios que se ligam entre si.
Ficaremos a saber que a GÉMEA MAIS VELHA era quem apanhava os pensamentos das pessoas, e que nela estão guardados os pensamentos das pessoas da cidade. Descobrem-se as imagens que a CRIANÇA-OLHOS escuta entre a escuridão, e cresce a angústia gritante da CRIANÇA-SÓ. Só a GÉMEA MAIS NOVA não fala. A GÉMEA MAIS NOVA é uma criança-silêncio perdeu a voz entre os despojos da cidade. É ela quem dança e quem move o barco sem saber que são os seus movimentos que o empurram. É ela que acende os olhos para ver a Dança elétrica das Raias Voadoras.

 

SOBRE O PROJECTO

A DANÇA DAS RAIAS VOADORAS surge na sequência do Ciclo temático iniciado pela autora Ana Lázaro, com o Projeto: CARTAS DE DAMASCO - Espetáculo de Teatro e Música inspirado nas cartas e testemunhos reais de Leen Rihawi, uma jovem síria residente em Damasco. O Espetáculo, que teve a sua estreia em 2017 na Fábrica das Artes – Centro Cultural de Belém, com apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, propunha um espaço cénico dedicado à reflexão acerca de questões prementes relacionadas com as crises humanitárias associadas aos fluxos de refugiados, fluxos migratórios, e conflitos sociais.
Criado a partir de um ponto de vista íntimo, que é o da partilha do quotidiano de duas mulheres reais que vivem em pontos distintos do globo, este primeiro Projeto gerou uma linha de criação que prevê o espaço cénico enquanto materialização não só de momentos documentais como de lugares ficcionados a partir dessa realidade.

A DANÇA DAS RAIAS VOADORAS leva mais longe o espaço a ficção, aquela que procura, no entanto, remeter para o pensamento crítico acerca de um novo paradigma que nos afeta. Remete-nos para uma linguagem de Realismo-Mágico, que ultrapassa as fronteiras do plausível, partindo a imagem de quatro crianças que avançam à deriva num Barco, rumo ao desconhecido…

O texto foi selecionado para o Laboratório de Dramaturgia de 2016, organizado pelo Teatro Meridional em colaboração com o Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, uma iniciativa que pretende incentivar a criação de textos inéditos em língua portuguesa, associando escritores a um painel de artistas e académicos, num trabalho conjunto que acompanha a escrita de um texto. Encontra-se editado pela COMPANHIA DAS ILHAS.

 

FICHA ARTÍSTICA

Texto e Encenação: Ana Lázaro
Interpretação: Cláudia Semedo, Ester Gonçalves, Rita Lagarto e Tiago Fernandes.
Música e Sonoplastia: Marcelo Costa
Figurinos: Paulo Subtil
Costureira: Augusta Coelho
Ilustração e Design: Sílvia Franco Santos
Desenho de Luz: Ana Lázaro e Sérgio Gaspar
Coordenação Técnica: Sérgio Gaspar
Produção: Companhia de Actores
Apoio: Antena 1, GUEL, Teatro Meridional

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12

 

DURAÇÃO
1h10 minutos

 

MAIS INFO

http://companhiadeactores.pt/

www.facebook.com/likecompanhiadeactores/

 

 

Foto 1

 

 

TRISTEZAS E ALEGRIAS

de Athol Fugard

Produção TEATRO DOS ALOÉS

 

TM ACOLHIMENTO

12 a 16 de Dezembro  2018

quarta a sábado - 21h30 | domingo - 16h

 

SINOPSE

Duas mulheres encontram-se numa velha casa de uma pequena aldeia do Karoo depois do funeral de David, o homem que ambas amaram. Uma é a sua esposa. A outra é mãe da sua filha. David, que fora levado ao exílio por causa do seu activismo político contra o apartheid, reaparece nas memórias das mulheres como que registadas a ferro. Durante uma tarde de verdade e reconciliação, os pactos de amor são dolorosamente marcados. O novo confronta-se com o velho e o que é a esperança para estas pessoas é a esperança para uma nova África do Sul. Feita de monólogos, memórias e desabafos que saltam do presente para o passado e que por vezes são só reflexões, produzem um teatro de uma convenção menos comum entre nós e que nos tocou profundamente e constitui um desafio para a cena e uma dádiva útil e emocionada para a sala.

 

FICHA ARTÍSTICA

Texto: Athol Fugard; Tradução: Graça Margarido e Mick Greer; Encenação. José Peixoto; Interpretação: Ana Valentim; Elsa Valentim, Jorge Silva e Laurinda Chiungue; Cenografia: José Manuel Castanheira; Assistência Cenografia: Pedro Silva; Figurinos: Maria Luiz; Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos; Música: Miguel Tapadas; Fotografia: José Frade

Operação Técnica: Nuno Figueira; Design Gráfico: Rui Pereira; Produção Executiva: Daniela Sampaio; Produção: Teatro dos Aloés

 

CLASSIFICAÇÃO ETÁRIA

M/12

 

DURAÇÃO
120 minutos

 

MAIS INFO

http://www.teatrodosaloes.pt

www.facebook.com/teatro.dosaloes

 

 

TM Sueno FACEBOOK

 

 

 

SUEÑO

CRIAÇÂO

TM ACOLHIMENTO

19 a 23 de Setembro de 2018

quarta a sábado - 21h30 | domingo - 17h

 

SINOPSE

Sueño é uma criação original que aborda a temática do sono e do sonho, na qual estes dois conceitos se cruzam, mergulhando no ilimitado, e muitas vezes bizarro, mundo dos sonhos.

Pretende-se desfocar a realidade e abraçar o absurdo como parte de uma dimensão interior que o ser humano não pode controlar. O sono profundo, o desejo irrealizável, a necessidade de dormir, o sonho bizarro, o sono sonâmbulo, o sonho de uma vida. Sonhos e sonos, realidade e fantasia sempre intermitentes.

Pretende-se pesquisar diferentes técnicas de dança e de novo circo, de forma a explorar, de formas tão variadas quanto possível, a dimensão humana na sua vertente mais íntima e individual do sono e do sonho. Recorrendo a referências como contos de fadas e memórias colectivas da infância, procuramos uma abordagem que faça jus a este universo tão inconstante [sono e sonho] e, para tal, fazer coincidir formas de arte performativa que se completem e complementem, desafiando as técnicas trabalhadas, da mesma forma que os sonhos desafiam a realidade.

 

FICHA ARTÍSTICA

Criação: Susana Alves Costa
Interpretações: Helder Duarte e Susana Alves Costa
Música Original: Nuno Sá
Desenho de Luz: Paulo Santos
Coreógrafos: André Nunes e Edson Carvalho
Operação Técnica: Joana Pessoa
Produtor: Duarte Nuno Vasconcellos e Susana Alves Costa
Produtor Executivo: Luís de Macedo
Fotografia e Video: Ulisses Almeida
Classificação Etária: M/12
Coprodução: Gato Ruim - Teatro Circo e Buzico Produções Artísticas

 

 

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